Alex Canziani pode ser ministro do trabalho




O desgaste do goverdo da presidenta Dilma Rousseff com o PDT não vem de hoje, apesar de Dilma ter uma ligação forte com o partido ao qual fez parte até 2000, o Presidente licenciado do PDT Carlos Lupi começou a dar problemas depois que denúncias de irregularidades levaram a Comissão de Ética Pública da Presidência recomendar sua demissão. Hoje, a pasta do Trabalho está sendo cuidada por um tempo, pelo ex-o secretário-executivo Paulo Roberto Pinto, que já sabe que está com os dias contados.

Agora a situação do PDT junto ao PT nacional vem se agravando, algumas "parcerias" com o PSDB foram reparadas principalmente nos estados de São Paulo e Minas Gerais, o que em ano eleitoral não é nada bom.

A gota d'água, segundo o Estadão, foi a votação do Funpresp, o fundo de previdência complementar dos servidores públicos, na noite de terça-feira, em que o PDT votou majoritariamente contra a orientação do Planalto, de aprovar a proposta. Pois bem, quem não é aliado, não trabalha no grupo, e já que o PDT prefere ser parceiro dos tucanos que cheguem outros para a base.

É aí que entram em cena dois partidos com deputados indicados para assumir, na base aliada, o Ministério do trabalho e Emprego: Os deputados Hugo Leal (PSC-Rj) e Alex Canziani (PTB-Pr).

Só que o Dep. Alex Canziani está enfrentando um "nariz torto" de muitos em Brasília, já que o Paraná possui dois ministro na gestão Dilma, Gleisi Rofmann, na Casa Civil, e seu marido, Paulo Bernardo, das comunicações.

Mas não está dificil de se resolver esta questão, rolam conversas de bastidores que Flavio Decat, presidente da Itaipú Binacional, pretende ser candidato à pefeitura de Foz do iguaçu, e Paulo Bernardo teria confiança suficiente da presidenta para assumir a Usina.

Prontinho, resolvido o problema, o paraná continuaria com dois ministros, o PTB é privilegiado no governo, o PDT vai pra onde quizer e Canziani vence a disputa com o carioca Hugo Leal. Será?

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