Uma crônica poética sobre uma realidade oculta

Com todo respeito ao luto e à dor, uma crítica ao trabalho.

Uma crônica toda poética e melodramática a um pai de família exemplar, coisa de quem defende a família tradicional brasileira.

Uma crônica totalmente excludente ao restante da sociedade é o retrato de quem acha que somente uma camada social tem família.

A mesma sociedade que, como um todo, é responsável por fabricar esta violência dia após dia ao se omitir.

Virão os dizeres que não se deve defende bandido, quando o que não se deve mesmo, é olhar somente um caso, isolado, o conservadorismo social que todos querem jogar pra debaixo do tapete e ninguém nunca quer discutir.

Resta à esta cegueira social somente fazer vítimas e filosofar quando inocentes morrem.


Campanhas políticas, mais do mesmo!


Campanha política em Londrina é uma novela com roteiro pronto, que segue: 

Cenários principais: Gleba, Lago e Centro. 

Cenários secundários: pontos turísticos e marcos históricos, apenas. Sem mostrar sequer uma periferia, por favor. E quando mostrar mostre pessoas pobres, mas felizes. Quando mostrar minorias, use as pessoas mas bonitas. 

-Tema Saúde: Sem histórias reais como uma pessoa contando seu motivo de estar numa fila de horas num hospital público. Sem histórias de quem morreu na espera. Falar em saúde usa-se somente frases prontas como: “Precisamos garantir qualidade e acesso a todos”. A mecânica exata de como fazer, ninguém fala, ou ninguém sabe. E a “dona Maria” da vida ainda não entende quando termina essa história de acabou o remédio hoje, ou de “pode voltar pra asa por que seu exame é pra daqui oito meses”. 

-Tema Empresarial: Mostrar somente empresas de grande porte no centro ou indústrias de empresários envolvidos politicamente. Sem ousar aparecer a Av. Saul Elkind (que já teve o metro quadrado mais valorizado da cidade pouco tempo atrás), pois, empresários do cincão ou empresários dos bairros, não são empresários bem sucedidos, nem arianos. 

-Tema Periferia: Ao falar de periferia citar somente o Vista Bela (xodó de propagandas), cujo bairro todo mundo quer apadrinhar agora, mas quase ninguém foi sequer plantar uma árvore ou fazer uma ação pública efetiva como movimentos sociais e projetos sociais de periferia fazem. Faz de conta que os moradores não sabem como é antes e depois de campanha. Ah, nesta hora não fale de tráfico e nem cite Promic ou outros meios de incentivo a cultura. Pula essa parte quando tratar de periferias. 

-Tema moradia: Mostrar prédios de médio porte já construídos nos modelos minha casa minha vida pra dizer que é assim que faz. Sem abordar fundos de vale ocupados, sem abordar a fila de anos e anos da Cohab, sem abordar bairros incompetentemente sem conclusão, e muito menos abordar as desocupações feitas com oficial de justiça, polícia e trator. 

-Tema Segurança: Falar mais uma frase clichê: “Será prioridade”, mas não citar as medidas socioeducativas, não citar as rebeliões que aconteceram recentemente no cadeião de Londrina, e pelo amor do Senhor não mencione a chacina de Janeiro, sua causa e consequência senão vai dar a maior merda de todas. 

Em resumo, faça a novela do: mais do mesmo. Candidato fala tendo ao fundo pontos bonitos da cidade, escritórios burgueses com vistas para prédios mostrando ser bem sucedido, ou pior, candidato fala com um chroma key ao fundo e depois monta com a arte da campanha ao fundo. Nem Londrina mostre.

O programa eleitoral que mais parece vídeo institucional onde querem mostrar uma Londrina bonita pra quem já mora aqui, conhece e ama a cidade é uma incoerência e dinheiro jogado fora. Tempo em TV e rádio são caros, e quando usados para que o povo não se veja, não se reconheça, é pior ainda o desperdício.

É difícil ouvir e ver os horários eleitorais no rádio e na TV e ainda não se sentir representado. Ainda há tempo, mas creio que muitas coisas reais de administração pública não serão faladas em campanha.

Programa Aqui Tem Jovem - PAZ


O que é PAZ?
Você provavelmente não sabe mas utiliza todos os dias algo chamado linguagem bélica.
Sobre estes assuntos falamos com Luis Claudio Galhardi, fundador da ONG Londrina Pazeando e membro do COMPAZ Londrina.
Ainda falamos sobre o abraço no lago e passamos a programação da semana de paz em Londrina.

Sintonize 107,9 FM ou Clique aqui para ouvir o programa:




Programa Aqui Tem Jovem - FILO



Luiz Bertipaglia, coordenador geral do Festival Internacional de Londrina, conversa conosco e conta sobre sua vida e seu encontro com o FILO.

Falamos ainda sobre a falta de incentivo nos diversos cenários da cultura em Londrina, as faces que o FILO aborda em sua estrutura artística e também a peça polêmica deste ano chamada "O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu".

Um bate papo muito bom que não faltou ainda a insistente pergunta sobre o Cabaré do FILO.
Sintonize 107,9 FM ou Clique aqui para ouvir o programa:

Vem aí um novo partido político: Frente Favela Brasil


Com apoiadores famosos como Lázaro Ramos, MV Bill, Sandra de Sá e muitos outros, foi lançado na semana passada, oficialmente no dia 28 de julho, o partido Frente Favela Brasil, com uma festa no Morro da Providência, a primeira favela do país. 

A ideia do partido é dar visibilidade e oportunidade às favelas e à população negra do país. Nas páginas oficiais, o reforço para que haja sempre um alto número de negros e de habitantes de periferias, além de 50% de mulheres, e 40% de jovens, entre 18 e 30 nas representações políticas em todas as esferas de poder.

O lançamento é o primeiro passo para a formalização da legenda. Agora, será necessário apresentar a documentação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), colher as assinaturas de apoio e formar os diretórios regionais. A Frente já tem representação nas 27 unidades da federação

O coordenador da Frente no Distrito Federal, Anderson Quack, passa alguns dados importantes que compõem a ideia do FFB. “Hoje temos 52% da população negra no país. Temos 15 milhões de favelados, somos do tamanho da Bolívia, dentro das favelas o nosso PIB [Produto Interno Bruto] equivale à economia do Paraguai e não temos a devida atenção dos Poderes Públicos de nenhuma esfera, nem na instância municipal, estadual, nem na federal e nem nas instâncias do Poder Legislativo, Judiciário nem Executivo.” 


  CUFA - Central Única das Favelas  


Um dos principais incentivadores da iniciativa é o fundador da organização não-governamental Central Única das Favelas (Cufa), Celso Athayde. Segundo ele, a CUFA não faz parte oficialmente do núcleo político da Frente, mas apoia o projeto já que sempre desejaram apoiar algum partido que não apenas desse um espaço para o negro mas o fizesse protagonista.

Celso Athayde afirma que os negros estão em todos os partidos ali numa sala, mas eles não têm expressão, não fazem parte das cabeças. Uma vez que os negros são mais da metade da população, o espaço que existe para ele na política é muito pequeno, e ele é responsável por isso, por não se organizar.

Segundo Athayde, fundar um partido que represente os negros e as favelas vai além da ideia de disputar espaços e espaços de poder apenas pelo poder. “É o poder pela possibilidade de você transformar a vida das pessoas. Então, a gente não quer apenas uma caixinha, a gente acha importante a existência de um partido de negro, e que não tenha só negros, mas que também tenha favelados. Um partido com recorte e um viés étnico e racial, porque não tem só negros na favela, mas pessoas de todo tipo de etnia. A gente acha que se a gente se organiza, a gente não fica apenas votando nas pessoas que não tem compromisso conosco e vem apenas em época de campanha.”

  Arrecadação  


Uma ação colaborativa no site de arrecadação coletiva Kikante quer arrecadar fundos para a criação do partido. No site a descrição é: 

A Frente Favela Brasil surge inspirada na luta pelo protagonismo e pelo reconhecimento da dignidade da pessoa negra, dos moradores de favelas, dos pobres do campo e das periferias do Brasil. 

Mas essa transformação não será feita por um só, e sim por um coletivo organizado, consciente, e ético, que aposte nessa ideia. Essa é a hora de fazer a sua ação efetiva! Só chegamos até aqui, porque muitos brasileiros pensam como você, e estão cansados de apenas se indignar. 

Seremos sempre um coletivo que lutará para termos 50% de mulheres, e 40% de jovens, entre 18 e 30 anos nos representando em todas as esferas de poder. E a participação na Frente Favela Brasil é, por conceito, uma ação voluntária! Trabalhar para que a representação política do nosso país seja efetivamente um espelho do povo brasileiro parece um desafio inalcançável, mas somente até você entrar nessa luta com a gente.



O ator Lázaro Ramos e os ativistas Celso Athayde, Preto Zezé e Eliana Custódio durante o lançamento do Frente Favela Brasil, no Morro da Providência





Resultado das eleições do DCE da UEL


Na última sexta-feira, dia 29, foram apurados os votos da eleição da nova gestão do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Londrina, DCE da UEL.

A chapa que obteve 1394 votos,  equivalente a 73%, foi a Chapa 1, denominada 29 de Abril.

De acordo com a distribuição, a Chapa vencedora teve maioria em quase todas as urnas, com exceção apenas da urna que ficou no CCS, o Centro de Ciências da Saúde, localizado no Hospital Universitário. O CCS concentra os cursos de Odontologia, Medicina e Farmácia.

A chapa 2, UEL - Democracia E Liberdade, recebeu 450 votos e a soma de brancos e nulos foi de 63, totalizando os 1907 votos para as eleições deste ano.



Mapa de apuração das urnas publicado na página oficial da Eleições DCE-UEL 2016




Eleições do DCE da UEL


Duas chapas disputam as eleições do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Londrina neste ano 2016.

A Chapa 01 trás o nome 29 de abril, dia do massacre no centro cívico que marcou a greve da educação no estado do Paraná em 2015. Esta chapa descreve-se contra a privatização e o sucateamento da universidade e querendo aumentar o dialogo com os CAs com uma gestão participativa.




A Chapa 02 chama-se UDL sigla do nome UEL, Democracia E Liberdade. A UDL se descreve como apartidária e como uma aliança estudantil focada em libertar a universidade da hegemonia de esquerda.


 Confira a página da Chapa 02 - UDL no Facebook 


As votações serão dias 27 e 28 de julho e para a eleição do DCE da UEL são disponibilizadas urnas de votação em cada centro, com a listagem de alunos matriculados no respectivo centro e uma urna com listagem geral no Restaurante Universitário.

A comissão eleitoral determinou os debates entre as chapas, que serão: 
Dia 19 de julho - 17h30 no teatro Ciro Grossi do Centro de Ciências Biológicas. 
Dia 21 de julho - 17h30 no anfiteatro maior do Centro de Letras e Ciências Humanas. 


 A distribuição das urnas se dará da seguinte forma: | CCA | Centro de Ciências Agrárias - disponível das 9h às 18h. | CCB | Centro Ciências Biológicas – disponível das 9h às 18h. | CCE | Centro de Ciências Exatas – disponível das 9h às 22h30. | CCH | Centro de Letras e Ciências Humanas – disponível das 9h às 22h30. | CCS | Centro de Ciências da Saúde – disponível das 9h às 18h | CECA | Centro de Educação, Comunicação e Artes – disponível das 9h às 22h30. | CEFE | Centro de Educação Física e Esportes – disponível das 9h às 22h30. | CESA | Centro de Estudos Sociais Aplicados – disponível das 9h às 22h30. | COU | Clínica Odontológica Universitária – disponível das 9h às 18h | CTU | Centro de Tecnologia e Urbanismo – disponível das 9h às 18h. | RU | Restaurante Universitário - disponível das 11h às 14h e das 18h às 20h.


Passe livre estudantil pode acabar em Londrina


Londrina, que conta agora com projeto de ônibus rápido apelidado de Super Bus, tem a possibilidade de suspender o passe livre estudantil logo no início da próxima gestão. Isto devido ao valor (não previsto) despendido pela administração pública para o custeio.

Em entrevista à radio Paiquerê FM o secretário de finanças da prefeitura de Londrina, Paulo Bento, culpou a 'crise no Brasil' pelo alto valor do aditivo que a prefeitura de Londrina deve fazer para o próximo semestre para continuar o acordo com a empresa Grande Londrina.

O valor próximo a R$ 12 milhões será para subsídio do passe livre estudantil vigorando desde o começo do ano que já utilizou este montante no primeiro semestre de 2016. A prefeitura de Londrina não tem este mesmo valor (ou próximo a isso) para o restante do mandato de Alexandre Kireeff (PSD). O impacto financeiro previsto pelo poder público na lei 12.315 que foi aprovada em 13 de Agosto de 2015 pela câmara de vereadores e sancionada em 17 do mesmo mês pelo prefeito, era anualmente de R$ 4,85 milhões em 2016 (0,3% do orçamento de Londrina); R$ 5,08 milhões em 2017 e R$ 5,33 milhões em 2018.

Questionado se a previsão da mudança de valores não estava nos planos da prefeitura, ou na planilha do passe livre, Paulo Bento culpou a crise 'crise no Brasil' que fez o número de usuários ser surpreendente. Segundo o secretário, alunos que iam para a escola ou universidade de vans ou carros, passaram a utilizar o transporte coletivo, extrapolando o valor previsto.

Clique aqui e lembre que o passe livre estudantil em Londrina foi aprovado rapidamente em agosto de 2015 pela câmara de vereadores soba justificativa de: "Notícia boa ser sempre bem vinda", entrando em vigor em janeiro deste ano.

O setor de finanças da prefeitura de Londrina anunciou que retirará a verba para o compromisso do passe livre estudantil com a Grande Londrina de outro setor da administração. A garantia da existência deste valor vem da medida econômica de 'corte de gastos' implantada ultimamente pelo prefeito Alexandre Kireeff.

Diante deste descontrole financeiro e da disparidade de valores da previsão à execução, independente de quem seja o próximo prefeito eleito este ano em Londrina, um dos primeiros recursos da prefeitura que será revisto na gestão 2017-2020 será este acordo do passe livre estudantil com a TCGL.

Nesta história não dá pra saber no que é mais difícil acreditar, se no erro da previsão de custos na planilha do passe livre estudantil ou na história que os estudantes de Londrina estão deixando de se locomover de carros e vans passando a utilizar o transporte coletivo.

Passe livre estudantil pode acabar em Londrina


Londrina, que conta agora com projeto de ônibus rápido apelidado de Super Bus, tem a possibilidade de suspender o passe livre estudantil logo no início da próxima gestão. Isto devido ao valor (não previsto) despendido pela administração pública para o custeio.

Em entrevista à radio Paiquerê FM o secretário de finanças da prefeitura de Londrina, Paulo Bento, culpou a 'crise no Brasil' pelo alto valor do aditivo que a prefeitura de Londrina deve fazer para o próximo semestre para continuar o acordo com a empresa Grande Londrina.
O valor próximo a R$ 12 milhões será para subsídio do passe livre estudantil vigorando desde o começo do ano que já utilizou quase este montante no primeiro semestre de 2016. A prefeitura de Londrina não tem este mesmo valor (ou próximo a isso) para o restante do mandato de Alexandre Kireeff (PSD), já que o impacto financeiro previsto pelo poder público na lei 12.315 que foi aprovada em 13 de Agosto de 2015 pela câmara de vereadores e sancionada em 17 do mesmo mês pelo prefeito Alexandre Kireff, era anualmente de R$ 4,85 milhões em 2016 (0,3% do orçamento de Londrina); R$ 5,08 milhões em 2017 e R$ 5,33 milhões em 2018.

Questionado se a previsão da mudança de valores não estava nos planos da prefeitura, ou na planilha do passe livre, Paulo Bento culpou a crise 'crise no Brasil' que fez o número de usuários ser surpreendente. Segundo o secretário, alunos que iam para a escola ou universidade de vans ou carros, passaram a utilizar o transporte coletivo, extrapolando o valor previsto.

Clique aqui e lembre que o passe livre estudantil em Londrina foi aprovado rapidamente em agosto de 2015 pela câmara de vereadores soba justificativa de: "Notícia boa ser sempre bem vinda", entrando em vigor em janeiro deste ano.

O setor de finanças da prefeitura de Londrina anunciou que retirará a verba para o compromisso do passe livre estudantil com a Grande Londrina de outro setor da administração. A garantia da existência deste valor vem da medida econômica de 'corte de gastos' implantada ultimamente pelo prefeito Alexandre Kireeff.

Diante deste descontrole financeiro e da disparidade de valores da previsão à execução, independente de quem seja o próximo prefeito eleito este ano em Londrina, um dos primeiros recursos da prefeitura que será revisto na gestão 2017-2020 será o acordo do passe livre estudantil com a TCGL.

Nesta história não dá pra saber no que é mais difícil acreditar, se no erro da previsão de custos na planilha do passe livre estudantil ou na história que os estudantes de Londrina estão deixando de se locomover de carros e vans passando a utilizar o transporte coletivo.

Passe livre estudantil pode acabar em Londrina


Londrina, que conta agora com projeto de ônibus rápido apelidado de Super Bus, tem a possibilidade de suspender o passe livre estudantil logo no início da próxima gestão. Isto devido ao valor (não previsto) despendido pela administração pública para o custeio.

Em entrevista à radio Paiquerê FM o secretário de finanças da prefeitura de Londrina, Paulo Bento, culpou a 'crise no Brasil' pelo alto valor do aditivo que a prefeitura de Londrina deve fazer para o próximo semestre para continuar o acordo com a empresa Grande Londrina.


O valor próximo a R$ 12 milhões será para subsídio do passe livre estudantil vigorando desde o começo do ano que já utilizou quase este montante no primeiro semestre de 2016. A prefeitura de Londrina não tem este mesmo valor (ou próximo a isso) para o restante do mandato de Alexandre Kireeff (PSD), já que o impacto financeiro previsto pelo poder público na lei 12.315 que foi aprovada em 13 de Agosto de 2015 pela câmara de vereadores e sancionada em 17 do mesmo mês pelo prefeito Alexandre Kireff, era anualmente de R$ 4,85 milhões em 2016 (0,3% do orçamento de Londrina); R$ 5,08 milhões em 2017 e R$ 5,33 milhões em 2018.

Questionado se a previsão da mudança de valores não estava nos planos da prefeitura, ou na planilha do passe livre, Paulo Bento culpou a crise 'crise no Brasil' que fez o número de usuários ser surpreendente. Segundo o secretário, alunos que iam para a escola ou universidade de vans ou carros, passaram a utilizar o transporte coletivo, extrapolando o valor previsto.

Clique aqui e lembre que o passe livre estudantil em Londrina foi aprovado rapidamente em agosto de 2015 pela câmara de vereadores soba justificativa de: "Notícia boa ser sempre bem vinda", entrando em vigor em janeiro deste ano.

O setor de finanças da prefeitura de Londrina anunciou que retirará a verba para o compromisso do passe livre estudantil com a Grande Londrina de outro setor da administração. A garantia da existência deste valor vem da medida econômica de 'corte de gastos' implantada ultimamente pelo prefeito Alexandre Kireeff.

Diante deste descontrole financeiro e da disparidade de valores da previsão à execução, independente de quem seja o próximo prefeito eleito este ano em Londrina, um dos primeiros recursos da prefeitura que será revisto na gestão 2017-2020 será o acordo do passe livre estudantil com a TCGL.

Nesta história não dá pra saber no que é mais difícil acreditar, se no erro da previsão de custos na planilha do passe livre estudantil ou na história que os estudantes de Londrina estão deixando de se locomover de carros e vans passando a utilizar o transporte coletivo.

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