Programa Aqui Tem Jovem - Vitor Conor



Estamos de volta!

Passamos por mais um período de greve na Universidade Estadual de Londrina neste nosso último ano. Este período de paralização ainda contou com as ocupações que continuam em alguns centros da UEL. 

Porém, com a Rádio UEL FM desocupada e suas programação rodando normalmente, estamos de volta com o programa Aqui Tem Jovem.

Este nosso programa é musical, conversamos com o cantor e compositor londrinense Vitor Conor.

Vitor falou de sua vida, trabalho, o cenário musical autoral londrinense e falou principalmente sobre o lançamento de seu EP 'Híbrido', um disco com 5 das suas recentes músicas que será lançado em um show no Bar Valentino, dia 07 de Dezembro ás 21h.

Sintonize 107,9 FM ou Clique aqui para ouvir o programa:


Reitora da UEL recebe nota de repúdio dos próprios alunos


A Reitora da Universidade Estadual de Londrina, Berenice Jordão, na última sexta-feira, após a negociação para desocupação da reitoria e da Rádio UEL FM, pediu um interdito proibitório para todos os prédios da UEL e seus órgãos suplementares.

A decisão surpreendeu desagradando os alunos que vinham, até então, negociando com a reitora que se apresentava dialogar normalmente com o movimento. Segundo os alunos, que se manifestaram por uma nota de repúdio, a reitora pretende barrar o processo de mobilização pública e democrática.

Abaixo, a nota na íntegra:

- NOTA DE REPÚDIO -
Repudiamos a ação de Interdito Proibitório ajuizada pela reitoria da UEL de forma arbitrária e truculenta na última sexta-feira (18) logo após a desocupação da Reitoria e da Rádio e solicitamos que a reitoria retire tal ação. Com ela, pretende-se barrar o processo de mobilização público e democrático por meio de um Interdito Proibitório, com pedido de liminar contra o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e um grupo de estudantes da UEL.
Os argumentos utilizados no documento, em que se alegam ameaças por parte do Movimento Estudantil para com os prédios da UEL, são totalmente infundados. Não há nenhuma prova real de que estaríamos nos mobilizando para OCUPAR qualquer outro imóvel da Universidade e, mesmo que houvesse, tal medida se configura como uma forma injusta e autoritária de barrar o movimento democrático e histórico que se desenvolve na UEL nos dias de hoje, a exemplo das mais de 170 universidades e diversoas escolas que foram ou estão sendo ocupadas no país todo como forma de protesto legítimo contra o retrocesso.
Segundo o documento, utiliza-se um trecho de uma postagem do Centro Acadêmico de Direito para teoricamente justificar ameaças: “1. Ante a dificuldade de fazer prova de ameaças, uma vez que são ameaças, e, portanto, não são manifestadas expressamente, requer-se a juntada aos autos, do incluso documento, extraído de perfil do facebook (...)”.
Constata-se aqui até mesmo o desconhecimento do significado da palavra “ameaça”. Portanto, recorremos à definição do dicionário Aurélio:
AMEAÇA
Substantivo feminino.
1. Palavra ou gesto intimidativo
2. Promessa de castigo ou malefício
3. Prenúncio ou indício de coisa desagradável ou temível, de desgraça, de doença
O fato de não ser manifestado expressamente tira totalmente o sentido do que é ameaçar, já que não há palavras, gestos ou promessa alguma em nenhuma parte do processo. Se um pedido de interdito proibitório é feito por suposições ou conversas paralelas, caímos no que se tem visto na justiça brasileira – muita convicção para pouca ou, como é o caso, nenhuma prova.
Esclarecemos que as e os estudantes regularmente matriculados na UEL vêm desenvolvendo, ao longo do último mês, atividades e mobilizações como forma de protestar contra retrocessos nacionais. As e os estudantes também vêm solicitando ações concretas para solucionar dificuldades que se apresentam no cotidiano e implicam em prejuízos ao amplo acesso e permanência à educação pública e gratuita.
Sobre culpabilizar o Diretório Central dos Estudantes, vê-se também o pouco conhecimento do processo de greve estudantil. O Movimento Estudantil da UEL deflagrou greve em assembleia, feita no dia 14 de outubro de 2016. A partir desse momento, o Diretório Central dos Estudantes se dilui e o Comando de Greve se constitui, sendo composto por até dois representantes de cada curso da UEL. A responsabilidade das ações tomadas durante a greve não pode, portanto, recair sobre qualquer estudante em particular ou sobre o Diretório Central dos Estudantes. Essa particularização e personificação da luta é por si só uma forma de retaliação e perseguição ao movimento estudantil, uma vez que as e os estudantes, que agora se convertem em réus, são agora apontados publicamente e ficam vulneráveis às diversas pressões que sofrem aqueles e aquelas que lutam por seus direitos em nosso país. A multa de 10 mil reais diária proposta pela reitoria nesse processo em caso de novas ocupações é descabida e, se deferida pelo Juízo, irá recair sobre o DCE e as pessoas citadas. É, portanto, outra forma, ainda mais séria, de intimidar e retaliar o movimento.
A partir do momento da deflagração da greve estudantil, ocorreram diversas tentativas de diálogo com a direção da Universidade e em nenhuma delas o Movimento Estudantil foi ouvido. Somente após a ocupação da reitoria é que isso foi possível e, ainda assim, por meio de um pró-reitor. As negociações não avançaram. Por esse motivo, o Movimento Estudantil, em uma reunião do Comando de Greve com mais de 40 cursos da UEL, solicitou para que a reitora participasse das negociações. Após mais de uma semana de greve e com mais de 10 ocupações, finalmente a reitora atendeu a esse pedido e, pela primeira vez, sentou-se para negociar com os estudantes. Na mesa, a reitoria exigiu a convocação de uma Assembleia Geral dos estudantes como para a entrega das respostas sobre as nove propostas e também para que fosse deliberado em Assembleia sobre as ocupações. Os representantes do Comando de Greve acataram a exigência da reitora e convocaram a Assembleia, demonstrando interesse com o diálogo.
Como o próprio documento menciona "Ficou acordado entre as partes a reconsideração do prazo dado pela reitoria para que o Movimento Estudantil convoque o Comando de Greve para discussão e posteriormente haja a convocação de uma Assembleia Deliberativa para quinta-feira, às 18h, respeitando o prazo de 72 horas presente no Estatuto do DCE, onde se discutirá e deliberará acerca da desocupação".
A própria reitora Berenice Jordão afirmou que "a verba direcionada à UEL é deficitária em relação ao necessário para a manutenção desta". As e os estudantes buscam por meio do Movimento Grevista - democraticamente constituído por meio de assembleias - reverter esse quadro de corte de verbas de custeio, investimentos e contratação de docentes e técnicos. Também buscam reverter a intensificação da cobrança de taxas que comprometem o caráter público e o amplo acesso ao direito assegurado na Constituição Federal e nos estatutos da Universidade.
Na Assembleia Geral realizada no dia 17 de novembro, as e os estudantes, também por não se sentirem contemplados pelas propostas da reitoria, deliberaram por maioria pela continuidade da greve estudantil, com 888 votos favoráveis e 753 contrários.
Conforme nota publicada na Agência UEL de Notícias, no dia 18 de novembro de 2016, a própria reitora afirmou que, com a desocupação da rádio UEL FM e do prédio da reitoria, "Acreditamos que a cidadania se consolidou. Como educadores, optamos pela construção do diálogo".
Ademais, o Conselho Universitário Extraordinário realizado no dia 11 de fevereiro de 2015 manifestou apoio ao Movimento de Greve dos servidores, docentes e discentes da UEL. No dia 06 de maio de 2015, novo Conselho Universitário Extraordinário reconheceu a Greve Estudantil no mesmo patamar das greves das demais categorias (docentes e servidores). Dessa forma, garantindo que os membros da comunidade acadêmica participantes do movimento grevista não sofreriam nenhuma forma de retaliação.
A reitora comprometeu-se também na negociação feita durante a ocupação da reitoria dessa forma: "9. A Reitoria não promoverá retaliação a estudantes e suas instituições que tenham participado deste movimento de paralisação ou ocupação."
Pode-se alegar que a reitoria não tinha nenhuma obrigação de acatar esses acordos propostos, porém, uma vez iniciado o diálogo e a negociação, o mínimo de coerência que se espera de uma reitoria que se diz democrática e cidadã é que o comando de greve estudantil fosse procurado antes de que qualquer ação fosse ajuizada.
Por fim, o período de greve não configura férias tampouco descanso, mas momento de militância e de luta pelos direitos que constam nas bandeiras do Movimento Grevista.
As outras duas categorias, democraticamente organizadas da UEL, deliberaram apoio amplo e irrestrito ao movimento estudantil, repudiando qualquer forma de retaliação ou perseguição. (Nota docente: http://sindiproladuel.org.br/comunicado-do-comando-de-grev…/. Nota site servidores: http://www.assuel.com.br/…/709-apoio-da-categoria-ao-movime…).
Dessa forma, denunciamos publicamente o fato de que, ao ajuizar tal ação, a reitoria da Universidade Estadual de Londrina agiu de forma sorrateira e arbitrária, contrariando as decisões democráticas da Universidade já aprovadas no Conselho Universitário, nas assembleias docentes, dos servidores e estudantil.
Além disso, o processo movido pela reitoria possui uma série de inconsistências e trata com demérito o movimento de greve estudantil. Esse desprezo é expresso na escolha das palavras e no uso das aspas (“greve”) para se referir à greve estudantil. Nisso há uma concepção implícita de que tal movimento não é legal ou legítimo, o que repudiamos veementemente. Uma vez que a greve estudantil é um mecanismo de luta legal, legítimo, reconhecido nos conselhos da universidade, aprovados e apoiados em assembleias de todas as categorias organizadas na UEL.
No afã de barrar as lutas e coibir o movimento, a reitoria se quer juntou procuração no processo, que é um requisito básico processual para que tal solicitação seja atendida.
A Greve é um direito democrático das e dos estudantes, e enquanto essa categoria decidir em assembleia que deve permanecer em greve, as e os estudantes não podem ser obrigados a participar das atividades letivas. O uso do espaço da universidade não se encontra em funcionamento normal, sendo esse um momento excepcional na qual as e os estudantes já ocupam a Universidade, como sempre ocuparam, com atividades diversas de manifestação e mobilização.
Repudiamos também o fato de que a reitoria repercute a visão de grupos reacionários sobre o movimento estudantil, acusando-o de que “assumiu feições radicais, sendo conduzida por grupo de estudantes que não admite qualquer diálogo ou pensamento contrário à própria convicção absoluta”. Quando, na verdade, o movimento estudantil se constitui, tira suas deliberações e ações em assembleias democráticas que garantem o amplo direito de voz e voto para todas e todos os estudantes da UEL.
Para exemplificar o seu argumento, a reitoria acusa ainda os estudantes de serem “invasores”, sendo que esses estudantes não são alheios aos prédios da Universidade, que já o ocupam cotidianamente fora do período de greve com atividades acadêmicas, sendo que, durante a greve, ocuparam o espaço com atividades de protesto e mobilização como o único recurso e o único meio que se mostrou eficaz para iniciar um diálogo democrático com a reitoria da Universidade. As ocupações em andamento não prejudicaram de forma alguma os trabalhos docentes e dos servidores técnicos, permitindo acesso aos espaços pela comunidade universitária.
Considerando, por fim, os artigos 6°, 23 inc. 5, 24 inc. IX, 205, 206, inc I e VII, 208 inc. V, da constituição federal de 1988, que instituem que a educação superior pública é um direito social cujo acesso deve ser garantido e efetivado pelo Estado, mediante políticas que garantam igualdade de condições para o acesso e permanência e garantia de padrão de qualidade. Considerando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394 de 1996) em seu artigo 3° e 4° inc. V, VI e VII reafirmam a obrigatoriedade do Estado em ofertar igualdade de condições para o acesso e permanência aos níveis mais elevados de ensino, pesquisa e criação artística. As e os estudantes não fazem nada mais do que uma pleito público, plural, democrático e justo que visa garantir e assegurar que a Universidade pública cumpra sua função social.
A ação liminar de interdito proibitório, portanto, precisa ser repudiada pois é uma medida autoritária e antidemocrática, que impõe uma proibição vertical que considera somente a decisão da reitoria, ignorando e desconsiderando todas as instâncias democráticas constituídas dentro da Universidade, sendo assim uma medida que por si só quebra a luta histórica por ampla participação e democracia na gestão pública.
Como publicado pelo jornalista José Maschio: “Resta esperar que o juiz da Segunda Vara da Fazenda Pública de Londrina se espelhe na decisão, sábia, do juiz federal Rodrigo Gaspar de Mello (do Espírito Santo) que, ainda neste mês de novembro, indeferiu pedido semelhante de instituição federal de lá. E na decisão do juiz Mello, dois pontos importantes:
1) o juiz considerou que para prédios públicos não cabe a aplicação do interdito, pois os estudantes ocupavam os prédios mas não estavam a tomar posse deles. E, públicos, os prédios pertenciam à comunidade universitária.
2) os estudantes estavam protegidos constitucionalmente pelo direito de livre manifestação e´´garantiam a própria democracia.
Ao ir à Justiça, ela deixa claro: está contra a comunidade universitária e a favor do desgoverno que se instalou no Paraná.”
Convidamos a todos e todas para se somarem na luta em defesa da liberdade de organização e da democracia. A afronta ao movimento estudantil é uma afronta a toda a sociedade, a construção histórica das lutas por democracia dentro da nossa Universidade. Nesse momento todas as formas de solidariedade são bem vindas: Moções de apoio, cartas, notas de repúdio e outras formas de contribuição.
Assinam essa carta:
Estudantes grevistas da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e ocupantes do Centro de Educação, Comunicação e Artes (CECA).

Alunos da UEL decidem permanecer em greve


Os estudantes da Universidade Estadual de Londrina decidiram há pouco (por volta das 23h), por continuar o movimento de greve estudantil na universidade. A greve teve início em 14 de Outubro.

A não retomada das aulas foi saldo de uma exaustiva assembleia, de quase três horas, realizada agora a noite pelo Diretório Central dos Estudantes no Centro de Educação Física e Esporte da UEL.

O ginásio de esportes João Santana foi lotado com mais de 2 mil estudantes o que, inclusive, dificultou a votação final que decidia a manutenção, ou não, da greve estudantil 
universitária.
 
O canal Todos por Um Londrina fez a transmissão em vídeo, que contou com o pico de quase 2 mil internautas assistindo ao vivo. 

O vídeo agora, após o evento, está carregado no link https://www.facebook.com/tp1londrina/videos/1808352649453161
Antes da votação final, ainda na assembleia, uma estudante de medicina denunciou uma agressão dentro do campus da Universidade. Uma bomba, em principio caseira, explodiu no estacionamento e acertou o veículo de um estudante, quebrando o vidro dianteiro do veículo. 


Segundo a segurança da UEL, o veículo de quem cometeu o ato não foi identificado apesar de ter sido perseguido pela equipe. Pelas informações preliminares, ninguém ficou ferido com o ato.

3 pontos para analisar uma reportagem




Esta entrevista (no meio de um link ao vivo) da jornalista Livia de Oliveira, que foi ao ar pela Tv Tarobá, seguida de um comentário do apresentador Diogo Hutt, caracteriza o jornalismo que quer colocar a sociedade contra um movimento, sem nem mesmo disfarçar.

O diretor da Câmara Municipal de Londrina, Ronan Botelho, (também ex-dirigente secundarista) diz em sua entrevista cordial, preferencialmente, resguardar o patrimônio público (1'20). Para isto não haveria necessidade de problemas, sendo que, oito seguranças ainda trabalham internamente, juntamente com câmeras de seguranças monitorando a Câmara de Vereadores, por todo o tempo. Juntamente com as vistorias que ele próprio realiza no prédio (1'42).

Apesar da entrevista pacificadora do diretor da Câmara, a matéria prefere dar o contexto de caos com os seguintes elementos:

1 - REPÓRTER:
Como Ronan disse ser ordeira e pacífica a ocupação (1'40"), a repórter da TV insistiu no assunto reintegração de posse (2'15). Na resposta, Ronan insiste reforçar que não perderam a posse de fato, por isso não haveria, ainda, a reintegração. (2'20").

2 - ENTREVISTA:

(2'44") Vejamos quando a repórter chama a entrevista de um cidadão araponguense, interessado em ser funcionário público da CML que veio à Londrina solicitar isenção do concurso público vigente. Quanto a este momento, não se discute que o desempregado Helio Ricardo, possa sim, ter tido um gasto equivalente a R$50,00, como coloca. Isto deve mesmo ser um problema para quem deseja isenção de um concurso que custa de R$78,00 à R$130,00. O Sr. teve um custo para pedir isenção relativo a quase a metade ou quase 80% do valor da inscrição, dependendo do cargo.
  
Porém, esta entrevista é a ÚNICA que assisto de alguns anos que conheço e frequento a câmara, sobre pessoas que perdem tempo e dinheiro ao acessar o poder público.

Quem trabalha ou frequenta os prédios do centro cívico em pleno funcionamento (como a própria imprensa), pode confirmar quantas e quantas pessoas que persistem, dias e dias, atrás de resoluções de problemas pessoais e direitos sociais, seja de IPTU, de atendimento médico, de vagas em creches, de vagas em clínicas, de resoluções de bairros, problemas com Copel, Sanepar, e tantos outros que vão pedir uma ATENÇÃO na Câmara e retornam uma, duas três, quatro, VÁRIAS VEZES e NUNCA encontram solução.

Estas pessoas gostariam de ter os mesmos 33 segundos, que fosse, na TV, para falar dos seus problemas e ter destaques em suas dificuldades. Nunca tiveram. E aposto que gastam bem mais que os cinquenta reais do Sr. Helio Ricardo e são bem mais simples, humildes que ele. Mereciam o destaque.

Quanto às perguntas feitas ao entrevistado dos R$50,00:

_Como que o Sr. Fica em relação AO MOVIMENTO? Vai voltar? Você veio de fora?
_Pra você ter que ficar retornando representa um custo?

Não vejo respostas espontâneas diante de perguntas como estas. Apontadas ao movimento e ao problema, não ao concurso e às soluções.

3 - COMENTÁRIO:

Mais um ponto, agora sobre o comentário pós matéria. Existem frases como:

(6'10") ..."é preciso identificar se representa a vontade de uma categoria"...
Ainda não ficou claro que são estudantes? Com meses de movimento, será que precisam andar com as matrículas no bolso para provar isso? Discussão passada, já.

(6'28") ..."pseudo protesto pelo seguinte, são cinco pessoas lá dentro"...
É o questionamento fraco de quem não conhece um movimento com jovens que, não passaram o fim de semana trabalhando, ou no almoço de domingo, ou curtindo um sábado a noite, ou sequer na própria cama, própria casa com a família ou fazendo qualquer outra coisa... Estavam dentro de uma câmara de vereadores esperando uma resposta política e sustentado um movimento que faz o que toda a comunidade deveria fazer.

PS. Queriam, o membro do MBL e o vereador Roberto Fu, que fossem somente 5 pessoas no movimento. Os conflitos com os dois seriam bem menores.


(6'43") ..."tem a ver com política, não tem a ver com política?"...
Qual ação contra Proposta de Emenda Constitucional e Medida Provisória, dentro de uma Câmara Municipal que não tem a ver com política? inacreditável essa frase!

(6'56") ..."Na minha opinião, minha humilde opinião, a câmara de vereadores deveria ter imediatamente...Invadiu hoje, houve uma invasão, no mesmo dia em caráter liminar ter solicitado da justiça, a desocupação"...
Creio que neste ponto, além de saber que não houve invasão, mas reforçar em usar esta palavra de forma provocativa, reiterando-a, foi-se embora o senso do que é público, como o acesso a uma casa de leis. Tire-os imediatamente! Atitude de um dono, soberano, proprietário. Ainda bem que não o é.

(8'08") ..."quem sabe estas medidas de contenção hoje, só são necessárias por que meteram a mão no dinheiro público em escala astronômica"...
Ao proteger a chamada "política de contenção" de Michel Temer, que quer conter somente gastos com a saúde e educação, por exemplo, o comentarista não deve ter conhecimentos de outras áreas políticas que precisam de contenção. Um exemplo é a manchete neste link: Senadores vão ganhar televisores novos de 55 e 42 polegadas. O Senado deverá gastar R$680 mil co aparelhos.

(9'20") ..."já deu o que tinha que dar faz tempo, faz tempo. Desocupem logo"...
o 'rabicho' final, nem se comenta mais...

Será que este comentário e esta matéria tem a ver com política, ou não tem a ver com política?
Por estes e outras matérias, os alunos decidiram durante o movimento por não dar entrevistas aos grandes meios de comunicação.

Como acabar com a ocupação na Câmara de Vereadores de Londrina


Acabar com a ocupação na câmara de vereadores não é difícil, o problema chama-se comprometimento. 

Há três dias, estudantes ocupam a câmara de vereadores de Londrina pelos mesmos motivos das ocupações nas escolas. Os dezenove vereadores têm SIM poder político suficiente pra convocar os três Deputados Federais e o Deputado Estadual da cidade e organizar uma reunião POLÍTICA, adulta, para resolver direto com os alunos e tratá-los como inteligentes que são. 

Mas não, quem quer se comprometer? Qual Deputados colocaria ''a cara nessa''? Qual vereador iria se indispor politicamente com isso?

Uma reunião política com o movimento político e as autoridades da cidade que realmente tem voz em Curitiba e Brasília.

Mas, vereador agora se opõe. Dizer que é a favor das reivindicações enquanto estão lá no quintal dos outros, lá longe... lá na escola.. é fácil. Quando a reivindicação chega perto, aqui no reduto político, no seu gabinete... o apoio sumiu. 

Só se fala em reintegração, mandado e forças... Ninguém vê que os estudantes estão pedindo AJUDA aos políticos. Alguém olhe pelos problemas da educação!?

Quando os alunos estavam ocupando escolas, eram questionados: Por que vocês não vão até os políticos e deixem as escolas pra quem quer estudar? Pronto, agora que eles estão lá, cadê os políticos? 

Os políticos estão colocando a população contra o movimento, dizendo que agora o movimento atrapalha o "andamento político" da cidade... mas, quando meia dúzia de vereadores atrapalham o andamento político da cidade atrasando projeto ninguém fala nada. Isto me cheira a hipocrisia pura.

O fato é que, na verdade querer resolver mesmo, ninguém quer.
Gostaria que ao menos um político pegasse essa pra resolver. Duvido!

Carro suspeito circula pela UEL


Um carro suspeito foi visto na tarde de hoje, quinta-feira, no CECA (Centro de Educação,Comunicação e Artes) da UEL. 

O veículo que parou no estacionamento do Centro é um Fiat Uno Branco e passou a ser suspeito após uma consulta ser feita no sistema online da Secretaria Nacional de Segurança Pública.

No sistema, as placas consultadas (originárias de Curitiba), constam referente a um mesmo automóvel Fiat Uno, porém, preto. Além disso, o veículo está com denúncia de roubo.

Segundo testemunhas e seguranças da UEL, o veículo era ocupado por três homens. Os ocupantes chegaram a descer e passaram por vários centros ocupados pelos estudantes, somente observando.

Após serem abordados pelos seguranças da UEL, um dos homens justificou estar somente mostrando a universidade aos demais amigos.

Ao repararem a movimentação e o monitoramento, os três apenas se ausentaram das dependências da Universidade, no veículo.

Professores, servidores e alunos que circulam pela UEL neste período de greve e de ocupações, têm duas suspeitas distintas para o ocorrido. Uns acreditam que o veículo, fruto de roubo e abandono, já descaracterizado, poderia ser de uso temporário de algum serviço reservado da polícia.

O número de pessoas na UEL não é tão grande como em tempos de aula, em que não há movimento de greve. Assim, alguns suspeitam de marginais que estariam preparando algo ilícito, aproveitando-se do período de vulnerabilidade da Universidade devido ao baixo fluxo de pessoas, apenas das ocupações.

Estúdios da Rádio UEL FM ocupados


Inspirados nas ocupações feitas por estudantes de todo o país e alegando ser a única forma de serem ouvidos, estudantes de comunicação social da UEL (Jornalismo e Relações Públicas), ocuparam na manhã de hoje os estúdios da Rádio UEL FM, no campus da Universidade.

O movimento discente de ocupação é uma ação isolada e paralela ao movimento dos servidores e docentes, que neste momento estão em greve. 

Os alunos não operam equipamentos ou fazem algum tipo de programa na Rádio, pois, horas depois da ocupação o transmissor, que fica distante dos estúdios, foi desligado sem que a ocupação soubesse. Isso impossibilitou qualquer outra propagação nas ondas sonoras da Rádio UEL FM.

As dependências da rádio UEL FM, no CECA, Centro de Educação Comunicação e Artes, medem pouco mais que duas salas de aula da Universidade. Internamente, este espaço é dividido em departamentos de jornalismo, chefia, atendimento, programação, direção, cozinha e estúdios de gravação e do ar.

Os alunos vêm se manifestando sobre os motivos e as situações da ocupação na página do Facebook chamada OCUPA RÁDIO UEL FM. . Um texto oficial já foi publicado pelos alunos citando as pautas das ações estaduais e nacionais de sucateamento da educação e defendendo também a democratização dos meios de comunicação. 

Nesta pauta de democratização que luta contra o monopólio e os grandes meios de informação brasileiros, há a ideia de inserção das ações dos alunos na programação da rádio e, inclusive, o espaço para a cobertura dos movimentos de greve que neste momento estão atuando na comunidade universitária.

Com a ocupação dos estúdios da Rádio UEL FM, são cinco prédios ocupados na UEL. O primeiro foi o departamento de Artes Cênicas, também no CECA, em frente a rádio.

Conselho Tutelar recebe ataques e ameaças


Na semana passada conselheiros barraram a entrada de integrantes do MBL em uma escola ocupada, por não se tratarem nem de pais, nem de alunos da escola. Desde então, o Conselho Tutelar tem sido atacado nas redes sociais.

No início desta semana, mais ataques, desta vez pelo blogueiro de extrema direita da revista Veja, Reinaldo Azevedo, que escreveu que o Conselho Tutelar de Londrina teria virado um “comitê comunista”. No link você confere uma longa publicação de incitação contra o Conselho Tutelar de Londrina e seus membros chamando-o, inclusive, de criminoso. Sempre protegendo o Movimento Brasil Livre, MBL.

Membros do Conselho Tutelar de Londrina receberam, após isso, ameaças por e-mail depois de mais uma polêmica em torno da ocupação de escolas por estudantes secundaristas.

Após recebimento da mensagem foi registrado um boletim de ocorrência e a expectativa é de que a polícia identifique a autoria das ameaças feitas através do endereço de e-mail registrado em um servidor na Áustria, mixmaster@remailer.privacy.at.

Conselheiros afirmam que na semana passada carros do Conselho Tutelar foram depredados mas ainda não é possível estabelecer uma relação entre as ameaças e a depredação dos veículos. 

Os conselheiros seguem preocupados com os ataques uma vez que a Guarda Municipal não apoia na segurança da sede do Conselho Tutelar de Londrina.


Informações Blog Baixo Clero

Abaixo, o e-mail com as ameaças, na íntegra:

Se preparem que vamos revidar!!
O Conselho Tutelar de Londrina é uma corja de vagabundos.
Já que vocês querem transformar nossos filhos em idiotas úteis desta corja genocida que é a esquerda, nós vamos transformar a cara de vocês em um bolo disforme de carne!
Estamos organizando grupos para atacar não só vocês, mas seus familiares, veículos e propriedades, agora vocês vão aprender com quem estão lidando, se preparem para pelo menos ser divertido!!!

"aluno morto em escola" antes e agora


Dê uma busca em "aluno morto em escola" e veja quantos resultados aparecem. Veja os motivos: homofobia, bullying, preconceito, intolerância.

Alunos mortos quando as escolas estavam funcionando "normalmente", sob responsabilidade de diretores e professores. Quando o poder institucional era a autoridade.

Não lembro, por exemplo, de ver as "pessoas de bem" responsabilizando o poder institucional por essas mortes. Não lembro de ver gente defendendo que deveria se ensinar gênero, filosofia e sociologia nas escolas, pois isso evitaria as mortas pelos motivos expostos acima. Não lembro de ver gente defendendo estas crianças e adolescentes dizendo "eles só querem estudar". Mas, de repente, a comunidade toda se preocupa com a escola.

Quem dera toda a hostilidade dirigida aos alunos das escolas ocupadas tivesse sido dirigida, nos tempos anteriores à ocupação, ao governo do estado, à secretaria da educação, aos responsáveis institucionais.

Se tem um aluno morto numa escola hoje é porque a comunidade é seletiva em suas revoltas. Esta ocupação não tira o direito aos estudos. Esta ocupação luta pelo direito aos estudos, mas um direito amplo, e não discriminatório, como é a comoção que agora inunda estas redes sociais.

Texto da comunicadora Adriana Baggio

Movimentos de greve e ocupações não estão contra a educação. Vestibular será realizado normalmente.


Mesmo com os movimentos de greve e as ocupações sendo realizadas no Paraná, em Londrina o vestibular da UEL será realizado normalmente.

As adaptações para o processo seletivo durante o movimento de greve foram feitas sem danos e provando que os movimentos não prejudicam o processo educacional no Estado.

Nos mais de 30 colégios estaduais em Londrina os alunos secundaristas continuam as ocupações contra a reforma do ensino médio, imposta por decreto pelo presidente Michel Temer (PMDB), e contra os ataques à educação do Paraná, propostos pelo governador Beto Richa (PSDB). Os servidores e professores da UEL continuam parados na expectativa da retirada de pauta da emenda apresentada pelo governador Beto Richa que que suspende o pagamento da reposição salarial ao funcionalismo e congela os salários dos servidores.

Mesmo com estes movimentos sendo organizados, lutando por seus direitos, a prova que este processo não quer atrapalhar o sistema educacional é que os mais de 22 mil vestibulandos farão normalmente suas provas da primeira fase neste domingo, dia 23.

Para isto, os locais de provas foram adaptados e redistribuídos em instituições particulares como o Colégio Mãe de Deus, e as universidades UTFPR, PUC e Unopar.

Quanto aos servidores e professores, um percentual trabalhará no vestibular colaborando com o processo, o restante continua no movimento de greve. Estes, serão substituído por funcionários das instituições particulares e alunos convocados para atuar como fiscais de prova e monitores de salas.

O processo organizacional do vestibular segue e os inscritos para disputarem as 2.480 vagas dos 53 cursos da UEL podem já acompanhar suas inscrições e detalhes de local e horário no site da Coordenadoria de Processo Seletivo da UEL,  www.cops.uel.br.

Londrina chega a 30 ocupações


Contando com os distritos, Londrina chega ao número de 30 colégios ocupados. Um saldo considerável num montante dos quase 700 colégios ocupados em todo o Paraná.

Segue a lista desta terça-feira, 18 de outubro:


Região Sul - (5) 4
C.E. Albino Feijó Sanches - Parque das Industrias (reintegrado)
C.E. Margarida de Barros Lisboa - Jardim Vilas Boas
C.E. Professora Maria José Balzanelo Aguilera - Conj. Cafezal 4
C.E. Professora Vani Ruiz Viessi - Conj. São Lourenço
C.E. Cléia Godoy - JD. Tarobá

Região Central - 11
C.E. Escola Estadual Willie Davids  - Vila Casoni
C.E. Hugo Simas - Centro
C.E. Professor José Aloísio Aragão - Colégio de Aplicação da UEL - Centro
Instituto de Educação Estadual de Londrina IEEL - Centro
C.E. Padre José de Anchieta - Jardim Higienopolis
C.E. Marcelino Champagnat - Centro
C.E. Benjamin Constant - Vl Portuguesa
C.E. Newton Guimarães - Vila Brasil
C.E. Barão do Rio Branco - Jardim Petrópolis
C.E. Nilo Peçanha - Vila Nova
C.E. Vicente Rijo - Boa Vista

Região Oeste - 5
C.E. Escola Polivalente de Londrina - Premen - Conj. Santa Rita I
CEEP Maria do Rosário Castaldi  - Jd Bandeirantes
C.E. Gabriel C. Martins - Jardim Bancários
C.E. Antônio de Moraes Barros - Jd Bandeirantes
C.E. Dario Velozo - Jardim Presidente

Região Leste - 2
C.E. Nsa. Sra. de Lourdes - Jd. Brasília
C.E. Professora Célia Moraes de Oliveira - Prq Waldemar Hauer

Região Norte - 6
C.E. Professora Adelia Dionisia Barbosa - Cj Parigot de Souza
C.E. Professora Roseli Piotto Roehrig - Cj José Giordano
C.E. Pe. Wistremundo Roberto Perez Garcia - Parque Ouro Verde
C.E. Professora Olympia Morais de Tormenta - Cj Semiramis
C.E. Lucia Barros Lisboa - Cj Vivi Xavier
C.E. Professora Ubedulha C de Oliveira - Cj Luiz de Sá

Distritos - 2
C.E. de Guaravera
C.E. Paiquere 

Ocupado o maior colégio de Londrina



Apesar da reintegração do colégio Albino Feijó, na sexta-feira, a semana começa com o movimento estudantil crescendo e o maior colégio de Londrina sendo ocupado.

O Colégio Vicente Rijo, com mais de 2 mil e 100 alunos, foi ocupado logo na manhã de segunda-feira trazendo para o número de 24 os colégios ocupados em Londrina.

Saldo da Ocupação no começo da semana:

Região Sul - (5) 4
C.E. Albino Feijó Sanches - Parque das Industrias (reintegrado)
C.E. Margarida de Barros Lisboa - Jardim Vilas Boas
C.E. Professora Maria José Balzanelo Aguilera - Conj. Cafezal 4
C.E. Professora Vani Ruiz Viessi - Conj. São Lourenço
C.E. Cléia Godoy - JD. Tarobá

Região Central - 11
C.E. Escola Estadual Willie Davids  - Vila Casoni
C.E. Hugo Simas - Centro
C.E. Professor José Aloísio Aragão - Colégio de Aplicação da UEL - Centro
Instituto de Educação Estadual de Londrina IEEL - Centro
C.E. Padre José de Anchieta - Jardim Higienopolis
C.E. Marcelino Champagnat - Centro
C.E. Benjamin Constant - Vl Portuguesa
C.E. Newton Guimarães - Vila Brasil
C.E. Barão do Rio Branco - Jardim Petrópolis
C.E. Nilo Peçanha - Vila Nova
C.E. Vicente Rijo - Boa Vista

Região Oeste - 3
C.E. Escola Polivalente de Londrina - Premen - Conj. Santa Rita I
CEEP Maria do Rosário Castaldi  - Jd Bandeirantes
C.E. Gabriel C. Martins - Jardim Bancários
Antônio de Moraes Barros - Jd Bandeirantes

Região Leste - 2
C.E. Nsa. Sra. de Lourdes - Jd. Brasília
C.E. Professora Célia Moraes de Oliveira - Prq Waldemar Hauer

Região Norte - 4
C. E. Professora Adelia Dionisia Barbosa - Cj Parigot de Souza
C.E. Professora Roseli Piotto Roehrig - Cj José Giordano
C. E. Pe. Wistremundo Roberto Perez Garcia - Parque Ouro Verde
C. E. Professora Olympia Morais de Tormenta - Cj Semiramis

Distritos - 2
C.E. de Guaravera

C.E. Paiquere 

Reintegração de posse no Colégio Albino Feijó


Com reintegração imediata, em cerca de 1h30 os alunos do Colégio Albino Feijó em Londrina tiveram que jogar as suas coisas na calçada e desocupar o local.

Por volta das 18h, os jovens que haviam sido chamados para uma audiência de conciliação, retornaram ao colégio já com a reintegração pedida. Segundo os alunos diretores do grêmio estudantil, o documento já estava redigido e ao chegarem frente ao juiz encontraram também a chefe do Núcleo Regional de Educação e o diretor do colégio.

Após receberem o que chamaram de "sermão" do juiz Marcos José Vieira receberam o ofício de reintegração de posse da instituição em mãos e retornaram direto da 1º Vara da Fazenda Pública de Londrina ao colégio para cumpri-lo. 

Os próprios alunos decidiram temporariamente por levarem os mantimentos e mobiliário da ocupação ao colégio mais próximo, Professora Vani Ruiz Viessi, no Conjunto São Lourenço.

Acompanhados de autoridades como Defensoria Pública, Conselho Municipal, Oficial de Justiça, Conselho Tutelar, advogados, pais e imprensa, eles cumpriram o mandado aos gritos de guerra contra a ex-diretora do colégio e hoje chefe do Núcleo Regional de Educação, Lucia Aparecida Cortez Martins, que acompanhou a reintegração.

A ação foi sem violência física e o saldo ao fim do dia é de 20 colégios ocupados.
Região Sul - (4) 3
C.E. Albino Feijó Sanches - Parque das Industrias (reintegrado)
C.E. Margarida de Barros Lisboa - Jardim Vilas Boas
C.E. Professora Maria José Balzanelo Aguilera - Conj. Cafezal 4
C.E. Professora Vani Ruiz Viessi - Conj. São Lourenço

Região Central - 8
C.E. Escola Estadual Willie Davids  - Vila Casoni
C.E. Hugo Simas - Centro
C.E. Professor José Aloísio Aragão - Colégio de Aplicação da UEL - Centro
Instituto de Educação Estadual de Londrina IEEL - Centro
C.E. Padre José de Anchieta - Jardim Higienopolis
C.E. Marcelino Champagnat - Centro
C.E. Benjamin Constant - Vl Portuguesa
C.E. Newton Guimarães - Vila Brasil

Região Oeste - 3
C.E. Escola Polivalente de Londrina - Premen - Conj. Santa Rita I
Ceep Maria do Rosário Castaldi - Jd Bandeirantes
C.E. Gabriel C. Martins - Jardim Bancários

Região Leste - 2
C.E. Nsa. Sra. de Lourdes - Jd. Brasília
C.E. Professora Célia Moraes de Oliveira - Prq Waldemar Hauer

Região Norte - 2
C. E. Professora Adelia Dionisia Barbosa - Cj Parigot de Souza

C.E. Professora Roseli Piotto Roehrig - Cj José Giordano

Distritos - 2
C.E. de Guaravera
C.E. Paiquere 

Deputado federal Nelson Marquezelli (PTB), explica a PEC 241.




Cambé colabora e Paraná chega a 300 ocupações. 20 em Londrina.


Jovens estudantes continuaram as ocupações após o feriado de 12 de Outubro. 

O Paraná chegou ao número de 300 e teve a colaboração da região metropolitana de Londrina. 

Cambé entrou no ranking com as suas 2 primeiras ocupações. Em Londrina foram mais 4 escolas.

Saldo de escolas ocupadas até o momento:

Região Sul - 4
C.E. Albino Feijó Sanches - Parque das Industrias, 
C.E. Margarida de Barros Lisboa - Jardim Vilas Boas
C.E. Professora Maria José Balzanelo Aguilera - Conj. Cafezal 4
C.E. Professora Vani Ruiz Viessi - Conj. São Lourenço

Região Central - 9
C.E. Escola Estadual Willie Davids  - Vila Casoni
C.E. Hugo Simas - Centro
C.E. Professor José Aloísio Aragão - Colégio de Aplicação da UEL - Centro
Instituto de Educação Estadual de Londrina IEEL - Centro
C.E. Willie Davids - Vila Casoni
C.E. Padre José de Anchieta - Jardim Higienopolis
C.E. Marcelino Champagnat - Centro
C.E. Benjamin Constant - Vl Portuguesa
C.E. Newton Guimarães - Vila Brasil


Região Oeste - 3
C.E. Escola Polivalente de Londrina - Premen - Conj. Santa Rita I
Ceep Maria do Rosário Castaldi - Jd Bandeirantes
C.E. Gabriel C. Martins - Jardim Bancários

Região Leste - 2
C.E. Nsa. Sra. de Lourdes - Jd. Brasília
C.E. Professora Célia Moraes de Oliveira - Prq Waldemar Hauer

Região Norte - 2
C. E. Professora Adelia Dionisia Barbosa - Cj Parigot de Souza
C.E. Professora Roseli Piotto Roehrig - Cj José Giordano

Cambé - 2
C.E. Dom Geraldo Fernandes - Jd. Silvino
C.E. 11 de outubro - Jd Novo Bandeirantes

Ibiporã - 1
C.E. Basílio de Lucca - Centro




Caos na educação do Paraná se completa na próxima semana



Depois dos alunos ocuparem as escolas estaduais públicas e os professores deflagrarem greve total da categoria nas 2,1 mil escolas da rede pública do Estado, à partir de segunda feira os professores e os servidores da Universidade Estadual de Londrina também entram em greve, desta vez de três dias.

As decisões foram tomadas em suas assembleias realizadas nesta semana. 
A dos professores universitários, logo no começo da semana, definiu que de segunda (dia 17) à quarta-feira (dia 19), as aulas na UEL estarão suspensas.

A assembléia dos servidores, hoje pela manhã, além destes mesmos dias de paralisação decidiu também por uma ação de panfletagem e conscientização para atuar durante o vestibular que será domingo, dia 23.


As atividades de paralisação dos educadores é uma reação à mensagem do governador Beto Richa à Assembleia Legislativa revogando o pagamento da data-base prevista para janeiro de 2017, compromisso firmado em 2015 que deu fim à greve de 44 dias dos servidores da educação em  2015.

Na iminência dos movimentos de greve atuarem, o governador suspendeu a tramitação da emenda que revoga o reajuste salarial dos servidores estaduais, porém, mesmo assim as categorias decidiram por não aguardarem em trabalho. Houve ainda uma chamada de conversa para a quarta-feira, dia 19.

Após esta conversa, na quinta-feira, dia 20, duas novas assembleias devem definir como serão as próximas mobilizações destas duas categorias do ensino superior.

AO LER NOSSOS POSTS ATENTE-SE AS DATAS, ALGUMAS POSTAGENS SÃO REFERENTES APENAS QUANDO PUBLICADAS